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Beneficiários do Viver Melhor assinam contratos das moradias

Contemplados formaram fila para assinar os contratos

Contemplados formaram fila para assinar os contratos

Apesar da forte chuva que caía na manhã de segunda-feira, 11, 150 famílias beneficiadas com moradias do residencial Viver Melhor, em Candiota, na modalidade fechada, assinaram os contatos com a Caixa Economica Federal. A assinatura ocorreu nas dependências do Ginásio Municipal Dario Lassance.

Segundo a superintendente da Caixa, Cristiane Cunha, o momento foi de colhimento de assinaturas e de orientações aos contemplados. “O próximo passo é a entrega das chaves que deverá ocorrer nos próximos dias”, comenta.

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Deusinha assinou o contrato com muita alegria com a realização do sonho de ter a casa própria

Deusinha assinou o contrato com muita alegria com a realização do sonho de ter a casa própria

Mesmo o clima não estando agradável, muita gente saiu realizado do local após a assinatura. “É um sonho realizado. Fazia muito tempo que lutava pela casa própria”, diz a beneficiária Deusinha Oliveira da Rosa, 54 anos, que vai deixar de morar no beco Aracy Martins. Quem mora em área de risco, no qual é um dos critérios do processo para ser aprovado, comemora a conquista. Leopoldo Campos dos Santos, 66 anos, é um dos morados da localidade Suvaco da Cobra e diz estar muito contente. “É uma riqueza. Só contar os dias para se mudar”, declara.

Na ocasião, os contemplados assinaram um termo com os representantes da prefeitura, doando o imóvel que se encontra em área de risco para o poder público, a fim de ser repassado para outra família. De acordo com o Executivo, ainda não há um dia definido da entrega das moradias. A prefeitura garante que será entre os dias 15 e 19 deste mês, mas os beneficiários serão informados.

O residencial Viver Melhor tem um investimento de R$ 11.923 milhões, sendo que R$ 10.764 milhões são oriundos do PAC 2, Minha Casa Minha Vida, recurso para as moradias e infraestutura. Já R$ 1.159 milhão é do Orçamento Geral da União (OGU) para centro comunitário, pracinha, regularização e técnico social