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Emancipações

Neste sábado, 24 de março, Candiota e Hulha Negra completam 26 anos de emancipação administrativa e política. Fazem mais de duas décadas e meia que estas duas comunidades conseguir suas liberdades.

Nunca é demais exercitar o fato de como tudo seria se ainda essas localidades estivessem sob o jugo de Bagé. Não temos a menor dúvidas que o atraso ainda campearia sobre estas bandas. Talvez, dependendo do ponto de vista, até se possa admitir que ainda não se tem um modelo primoroso de desenvolvimento nestas duas cidades. Porém, não há como negar toda a evolução conseguida neste período.

O movimento emancipatório, aliás, como muitas coisas no Brasil, se perdem pelo extremismo, pelo radicalismo e por não se saber utilizar algo que é para o bem comum.

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O uso indevido da legislação, como a emancipação sem qualquer critério, levou o País a proibir as emancipações, o que é um crime para o desenvolvimento. Hoje, mesmo que se consiga efetivar o plebiscito, é praticamente impossível o Sim vencer, pois a área-mãe também vota, ou seja, imagem se Bagé pudesse votar quando Candiota e Hulha Negra se liberaram nos plebiscitos de 1991? Com certeza, ainda todos seriam bageenses.

Mas enfim, passado esse tempo, Candiota e Hulha Negra ainda carecem de muitas coisas, porém é inegável o progresso. É preciso sempre que possível saudar as emancipações, inclusive lutando para que este mecanismo volte, pois mesmo na região, ainda há possibilidade concreta de nascer novos municípios, pois já se está comprovado, que onde há abundância de cidades, o desenvolvimento é mais presente e imperativo.
Viva Candiota e Hulha Negra!