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Os novos prefeitos e a crise

Nas prefeituras de todo o Brasil a semana foi diferente, desde a segunda-feira (2), quando os novos mandatários assumiram seus postos. O quadro é muito delicado e requer bastante atenção e zelo dos prefeitos e prefeitas que ora assumem.

A crise atinge em cheio os municípios. Na verdade ela está em todos os setores, porém nos parece que nos Estados e municípios ela vem agravada. É um momento de repensar a forma de fazer política e também de gerir nossas cidades.

Na região, olhando rapidamente a situação de cada município, Pinheiro Machado indica ter o quadro mais delicado a ser enfrentado. O prefeito Zé Antônio (PDT) e sua equipe sabiam de antemão o tamanho dos problemas que iriam pegar. Terão que ter muita serenidade e muito trabalho para que a centenária Terra da Ovelha volte aos eixos.

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Já Candiota, Hulha Negra, Pedras Altas e a maior cidade da região, Bagé, enfrentam dificuldades, mas são contornáveis e menos penosas do que em Pinheiro Machado.

O fato é que todos os prefeitos da região que assumiram, estão tomando medidas importantes para enfrentar a dureza do momento. Adriano dos Santos em Candiota, Renato Machado em Hulha Negra, Bebeto Perdomo em Pedras Altas e como já dito, Zé Antônio em Pinheiro, transparecem claramente que sabem a dimensão de suas responsabilidades e as medidas que devem adotar.

De outro modo, as pessoas, principalmente as mais pobres, que precisam da municipalidade, muitas vezes não podem esperar, como em casos de saúde, entretanto, de outra forma, há que se ter paciência e todos juntos, de forma irmanada (e isso não significa alinhamento político), buscarmos saídas para fazer frente as dificuldades já impostas e as que ainda estão por vir.